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Sábado, 22 de Setembro de 2007

2006-11-13 - Irving Plaza / The Cult - New York City DVD (Review)

 

 
The Cult – New York City é o DVD que regista a digressão “Return To A Wild”. Produzido pela Live Nation Studios, o DVD segue a lógica da empresa… O que vês, é o que tens! Daí que o DVD não inclui qualquer extra, tem uma capa fraquinha (na frente o logotipo da digressão, atrás a setlist e a banda) e o DVD apenas tem imprimida a palavra “CULT”.  Apesar de ser apresentado como um HD-DVD, é um DVD de alta qualidade de imagem e som, e livre de região, pelo que pode ser reproduzido em qualquer aparelho.

 

Para se desfrutar da melhor qualidade, recomenda-se um ecrã de alta definição, e um sistema de som surround 5.1. O áudio está repartido por canais de acordo com os músicos, dando a sensação de se estar em pleno concerto. A imagem resulta de diversas câmaras, espalhadas por todo o recinto, incluindo vistas do público, das varandas e do palco. Todos os músicos são bem focados e filmados. No entanto, a imagem muda muito rapidamente de câmara para câmara, sem no entanto nada perder.
 
O video é editado, tendo sido retirados alguns comentários, e duas canções: “Star” e “King Country Man”. Eu tenho a versão completa, que foi vendida em tempo limitado, e que inclui todo o espectáculo. Podem ser só duas músicas, mas não há qualquer explicação para ter sido cortada a melhor parte do concerto.
 

 

A música de abertura é “Lil' Devil”. Astbury surge com um chapéu de pêlo, à sua maneira dos tempos de Electric. Billy diz “vamo-nos divertir” e segue-se “Sweet Soul Sister” e “Electric Ocean”, e de seguida “The Witch” (com spinnets de “Sexy Back”, de Justin Timberlake). Alguém do público pede “New York City, baby”, e Ian responde, brincando, com cara de mau: “Eu sei onde estou, desgraçado, não precisas de dizer. Eu sei exactamente onde estou!” O som é poderoso, a sala está cheia de energia! “A casa está em fogo, o ambiente é uma loucura” diz Astbury (num comentário não incluído no DVD). Durante “The Witch”, Ian refere-se a Apolla Echino (sua namorada), que está na audiência. Ao fim de 4 músicas, Astbury tira o seu chapéu farfalhudo, e diz que “este chapéu significa que eu estou de volta”! E está mesmo!

 

Segue-se “Spiritwalker”, com dedicatória a Joe Ramone,  “Revolution”, com mensagens de intervenção socio-politicas e “Rain”. O ambiente começa a acalmar um pouco. Ian com uma voz fantástica, Billy sem erros e aparentemente bem disposto, sem problemas técnicos. As vozes de fundo de Chris Wise e Duffy acompanham muito bem Astbury. John Tempesta mostra bem as suas qualidades, e explica porque se diz que ele é um autêntico animal selvagem por detrás da bateria.

 

Após alguns problemas técnicos nos amplificadores (não perceptíveis no DVD), Tempesta e Wyse brilham em “The Phoenix”, apesar de eu achar que Duffy exagera um pouco com uns solos a mais enquanto Ian canta. Uma palavra para Mike Dimkich, muitíssimo regular no concerto, num estilo muito próprio. O DVD filma-o muito bem. No fim de The Phoenix, Ian tenta acalmar uma ou outra situação de alguma violência…

O momento mais intimista segue-se no set acústico. Enquanto esta estava a ser preparada, Ian apresenta "William Henry Duffy", e Billy apresenta "Ian Robert Astbury".  “Os gémeos terríveis”, “sal e pimenta”, “os dois Roonies”. De seguida, Ian recorda os The Cult em Nova Iorque, desde o concerto na “Dancetaria”, em 1984. Depois, lembra que os marcos lendários da cidade estão a desaparecer, e que os Cult estão de volta para compensar. “fomos os primeiros a aparecer, e seremos os últimos a desaparecer”, avisa Astbury. “Estou em fogo, New York!”. Ian ainda pergunta ao Billy se vão tocar o “Star” acústico, e tocaram, mas essa parte está cortada. Segui-se “Edie” em versão acústica, onde no meio Ian canta “Pressure never stops, Pressure never drops , New York City”.  É um momento muito intimista, mas muito divertido, revelando uma excelente atmosfera de Ian e Billy.

 

Após elogiar o público, Duffy diz “acho que vocês vão adorar esta”, e lança fogo na sala, com os primeiros acordes de “Fire Woman”. O público explode, para depois ouvir “Wonderland”. De seguida, uma das melhores versões de sempre de “Peace Dog”, na minha opinião.

 

 

Segue-se “Rise”, e “Wild Flower”, onde Ian recorda os dias que os Cult passaram com Rick Rubin, no Electric Lady Studio, em Nova Iorque, na gravação do álbum Electric em 1987. “Love Removal Machine”, fantástico como sempre, fecha a primeira parte do concerto para um encore.

 

O regresso ao palco não acontece como está no DVD. Os Cult tocaram “King Country Man” com partes de “Dirty Little Rockstar”, numa versão perfeita, e de seguida perguntam ao público se querem “Nirvana” ou “Hollow Man”. No entanto, tocam “Nirvana”, onde Ian se destaca com a sua voz brilhante. Uma das melhores versões ao vivo de sempre, com Billy Duffy a demonstrar toda a sua categoria de guitarrista!

 

 

O concerto termina com uma versão espectacular, um pouco mais prolongada de “She Sells Sanctuary”.

 

No fim, a apresentação da banda, e a despedida, pelas vozes de Astbury e Duffy. Mas é decepcionante de, nesta parte, a imagem desaparecer, ficando no fundo o logotipo da digressão, e com os créditos do DVD.
 
Curiosidades:
 
- A namorada de Ian Astbury (Apolla Echino),  está na audiência, numa das varandas à esquerda de Astbury. Ian olha e sorri muitas vezes para ela. Refere-se a ela em “The Witch”: “Apolla got it! She’s got it good! Baby” e aponta. Consegue-se ver na introdução de  Edie, atrás de Duffy, Apolla a subir para as varandas, toda vestida de vermelho. Em “Star” e “Love Removal Machine”, Ian canta um spinnet de “Little Girl With a Red Dress On”. Antes de Wonderland, Ian refere que foi perseguir uma mulher para a India, referindo-se ao seu início de relação com Apolla. (Ian e Apolla contam como se conheceram – ver vídeo: http://www.cbc.ca/livingvancouver/?page=segment&sid=356)
 
- No fim de The Phoenix, Ian esta a sangrar na mão.
 
- Na introdução de Wonderland, Ian diz que ás vezes desaparece, "porque se perde numa noite escura em Los Angeles, num Mustang negro, com o Jim Morisson no volante... o fantasma de Jim... e o fantasma de Denis Sugerman" dedicando a música a este último. (Não aparece no DVD).
 
- No início do concerto, Ian pede ao público para ter o seu melhor comportamento, pois estão a ser filmados (não aparece no DVD). De seguida, define SNAFU: "Situation Normal All Fucked Up"
 
- No início de Peace Dog, Ian refere vários elogios "indiscridible, amazing, fenomenal...", refere-se a Mike Dimkich
 
- No primeiro acto do concerto foi exibido um filme de Kostas Seremetis, que visa retratar a vida de outra forma. Esse filme não aparece no DVD, e todas as menções a ele foram também cortadas. Seremetis desenhou também o logotipo da digressão, e toda a imagem do album Born Into This.
 
- No início de King Country Man, Ian confessa que "a música é ensaiada em todos os soundcheks, e que eles estão muito ansiosos por tocá-la". No fim, admite-se "surpreendido por todos gostarem tanto da música.
 
O DVD está à venda on-line, e em breve espera-se em todas as lojas. O preço é muito razoável.

 

publicado por fguimaraes às 04:00

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1 comentário:
De Teresa a 22 de Setembro de 2007 às 23:02
Pela review, esse é "o dvd" do Cult ( melhor que Music without Fear). Por enquanto!! Vamos esperar pelo dvd da digressão de Born into this. Amei as screencaps.


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|CULT.TV

1984: Spiritwalker (Ao Vivo)

 

1985: Rain 

 

1987: Wild Flower

 

 

1989: Fire Woman

 

2001: Rise (TV) 

 

2006: She Sells Sanctuary (TV)

 

 

OUTROS VÍDEOS

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